sexta-feira, 24 de outubro de 2008



Tenho vontades que meus espaços não traduzem. Nesse momento minha janela funciona mais como uma barreira que me impede de ver o lá fora... Sons esparsos me sinalizam restos da manhã se esvaindo entre os dedos. Olho para a tela do computador de maneira inercial e automática. Nada sai da mente. Engraçado como não mais percebo o mundo em minhas mãos. Desejos minimalistas de recuperar histórias e recriá-las...